Ação Direta – 20 anos TOUR 2008!

novembro 20, 2008

A banda paulistana Ação Direta está completando 20 anos de estrada e a agenda está lotada! Depois de fazer shows em São Caetano do Sul, a banda se prepara para tocar em Santo Anastácio (no tradicional Interior Holocaust Extreme), além de Piracicaba, Curitiba e n’O Kazebre, ao lado da banda Asesino.
Confira a agenda e vá ao show comemorar ao som de muito hardcore!
29/11/2008 – Sábado – Santo Anastácio/SP
INTERIOR HOLOCAUST EXTREME 2009
com as bandas:
AÇÃO DIRETA
IMMINENTCHAOS
CRUSADER
CATOPSIS
Horáio: 23h
Local: Sociedade Recreativa Nosso Clube

30/11/2008 – Domingo- Piracicaba/SP
AÇÃO DIRETA
IMMINENTCHAOS
OS CARBOJA
ADELAYDE MORTA (Indaiatuba)
Horário: 16h
Local: Laranja Mecânica Bar – Av. Independência, 1418 – Centro – Piracicaba / SP
TEL.: (19) 9267-4304 / 9106 47 61
Ingresso: R$10

06/12/2008 – Sábado – São Miguel/SP
ASESINO(USA)
DIVINE HERESY (USA)
AÇÃO DIRETA
ANDRAWS
GENOCIDIO
CHORUME
Local: KAZEBRE – Av Aricanduva, 12000 – Sao Miguel – SP

13/12/2008 – Sábado – Curitiba/PR
Prudence Hardcore Fest
AÇÃO DIRETA
GLOCK
2 MINUTES HATED
DESERTOR
Horário: 16h
Local: HANGAR BAR – Dr Muricy, 1091 – Largo Da Ordem – Curitiba

santoanastacio adpiracicaba

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Banda sueca faz tour pelo Brasil

novembro 20, 2008

nitadtour1A banda sueca Nitad começa sua turnê brasileira hoje com show no Estúdio Noise Terror e depois segue na estrada levando seu punk rock/hardcore para Santos, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Barra Mansa.
A banda começou no final de 2005 quando o álcool e o bom gosto musical juntou Benke, Benis, Modde e Viktor. A idéia musical é simples – bom e direito punkrock/hardcore nos moldes de bandas do começo da década de 80 como o Black Flag, Angry Samoans, Zero Boys e MIA. Mas tudo isso no melhor estilo sueco, com letras em sua língua-pátria e o abuso de álcool que só os escandinavos sabem cometer.
Após uma série de compactos e splits a banda acaba de lançar seu primeiro LP, Ibland Kan Man Inte Hindra Sig Sjalv, que soa como um Fucked Up mais primitivo ou um Regulations/Career Suicide mais trabalhado! Bom, você entendeu o recado.
Em breve o Nitad vai estar em sua cidade, espalhando decadência e música boa!

Bandanos invadirá Paraná, São Paulo e Vale do Paraíba

novembro 20, 2008

Nesse final de semana a Bandanos fará uma mini-tour pelo Paraná junto com mais duas bandas paulistanas: Bomb Threat e M.A.C.E. Os shows da tour, intitulado Snake Pit Tour, acontecerão nas cidades de Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá, onde tocarão com bandas locais.
Além desses shows, o quarteto Bandanos tem mais duas datas de show neste final de ano. Dia 30 de novembro a banda subirá ao palco do Hangar110, para tocar na mesma noite que os suecos do The Haunted, banda de thrash metal com mais de 10 anos de carreira e, dia 07 de dezembro a banda tocará no Vale do Paraíba, na cidade de São José dos Campos, ao lado de Presto?, DxSxTx e Colpo Nella Testa.

Confira a agenda da banda:

21/11/08 – Sexta-Feira – Cascavel/PR
BANDANOS, Bomb Threat, M.A.C.E.
+ Carnivore Mind, Bloodshed
Local: Espaço Nobre Eventos – Rua Francisco Beltrão 1123
Ingressos: 12 (antecipado)/ 15 (na hora)

22/11/08 – Sábado – Foz do Iguaçu
BANDANOS, Bomb Threat, M.A.C.E.
+ bandas convidadas
Local: Otroplano Bar

23/11/08 – Domingo – Maringá
BANDANOS, Bomb Threat, M.A.C.E.
Local: Tribo’s Bar
Horário: 18h
Ingresso: R$8 (nome na lista: triboscrossover@gmail.com )/R$13 (na hora)

30/11/08 – Domingo – São Paulo
The Haunted e Bandanos
Horário: 18h
Local: Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro (perto Metrô Armênia)
Ingresso: R$40 estudante (antecipado/somente nas lojas)*/ R$60 (promocional/antecipados)*
*Pontos de Venda:
Loja 255 (R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – f: 3361-6951)
Paranoid (R. 24 de Maio, 62 – loja 315 – f: 3221-5297)

07/12/08 – Domingo – São José dos Campos
BANDANOS, Presto?, DxSxTx, Colpo Nella Testa
+ Exposição de arte gráfica e stencil com o coletivo Anti! e Dioguera.
+ Distribuição de material independente e sobre exploração animal.
+ Bancas de cds, camisetas e lanches vegans.
Local:Hocus Pocus – Rua Paraibuna, 838, São Dimas (entrada pela lateral Maria Froes, atrás da Unesp)
Ingresso: R$7

Acompanhe a agenda e novidades da banda:
http://www.myspace.com/bandanos

Apocalipse punk no Hangar 110

novembro 18, 2008

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O Hangar 110, casa de shows paulistana que acaba de completar 10 anos, será palco do evento Apocalipse Punk, no dia 28 de novembro. Organizado pela Rebel Music, o show reunirá quatro importantes bandas do cenário underground nacional: Invasores de Cérebros (SP), Juventude Maldita (SP), Final Fight (SP) e ARD (Gama/DF), essa última uma referência do punk e hardcore feito no Centro-Oeste brasileiro.
A lendária banda Invasores de Cérebros estará lançando o álbum O Cérebro é uma Bomba Relógio, O Cérebro é o Apocalipse… e gravará o clipe da música “Corpos e Mentes”. Já as bandas Final Fight e Juventude Maldita, aproveitarão a ocasião para lançar o split Quem de Medo Corre, de Medo Morre.
Além disso, os brasilienses do ARD (After Radio Destruction), voltam a São Paulo pela segunda vez depois de 3 anos, para mostrar a força do punk/hardcore que fazem há mais de duas décadas, quando foram pioneiros e desbravaram caminhos para mostrar a indignação através de riffs de guitarra no planalto central.

Serviço:
Rebel Music apresenta:
APOCALIPSE PUNK
com as bandas:
Invasores de Cérebros
Juventude Maldita
Final Fight
A.R.D.
Data: 28/11/20008
Horário: 19:30
Local: HANGAR 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro (Próx. metrô Armênia/SP)
Ingressos: R$10 (antecipado)*/ R$13 (na hora)

*Antecipados na Loja 255 (R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – f: 3361-6951)

Confronto de volta ao Brasil

novembro 18, 2008

22-11-2008-luar-rock-barA banda Confronto acaba de voltar de sua quarta turnê européia, na qual excursionou ao lado dos norte-americanos do Die Young e passou por 12 países, entre eles Alemanha, Polônia, França e Áustria e a agenda de shows na terra brasilis para promoção do álbum Sanctuarium está tomada até o final do ano, entre as cidades estão São Paulo, Belo Horizonte e Espírito Santo.
No próximo sábado, 22 de novembro, o quarteto subirá ao palco do Luar Rock Bar para o primeiro show em solo brasileiro após a tour européia.

 

Confira a agenda de shows:
http://www.myspace.com/confronto
http://www.fotolog.com/x_confronto_x

Vou mudar para o interior

novembro 15, 2008

Primeiro acreditei que era algo pontual, localizado em certos redutos e por isso nunca cheguei a comentar, mas de uns tempos pra cá a visão que tenho de cidades do interior é que: Lá estão as oprtunidades! Enquanto milhões de seres se acotovelam nas grandes cidades por uma oportunidade de trabalho, de alimentação, de estudo, até amorosa, o interior do Brasil vem ensinando aos culturados cosmopolistas como é que se promove o cenário local. Acredito que em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo essa noção da “coisa nossa” se perdeu em meio a embarques e desembarques do Santos Dumont ou do perigoso aeroporto de Guarulhos. Somos internacionais por aqui. Sabemos detalhadamente tudo o que rola no subúrbio de Paris, nos guetos de Nova Iorque mas nem mesmo sabemos chegar no Parque Edu Chaves (para os paulistas) ou em Marechal Hermes (para os cariocas).
No cenário ao qual participo,  o da música independente, nossa Cidade Maravilhosa é uma completa trevas para as bandas. Organizadores aproveitadores (pague para tocar), falta de prestígio pela produção autoral, casas sem estrutura e descaso do poder público relegam o cenário a um patamar abaixo do merecido. Bandas cariocas que se mantém na ativa, para que tenham bons shows e público, tornam-se nômades. Ficam de 6 a 10 meses sem fazer um show sequer em sua cidade. São Paulo o cenário muda mas ainda possui características em comum. O número de casas é absurdamente maior ao carioca e ainda há certa estrutura mas como no Rio de Janeiro, o cenário independente possui um abismo entre as péssimas e boas casas ao qual apenas uma boa apresentação ou CD não é o suficiente. Um Paitrocínio para bancar a abertura daquela banda sensação ou daquela roupa da moda é mais importante do que o som dos instrumentos. A culpa é de quem se rebaixa a essa situação, de quem entra para uma atividade MUSICAL colocando outros quesitos na frente deste que sempre deveria ser o principal.
Eventos como o Cardápio Underground, liderado pelo mestre Quique Brown em Bragança Paulista, o Festival Hardcore Contra a Fome de Teresópolis, o Linguarudos de Joinville, o Alternativo Rock Festival 2008 de Itabirito, o Monster Of Roça de Paraibuna entre tantos outros mostram que fora dos grandes centros iniciativa  privada e pública abrem-se à experimentação, a tentativa, apostam na cultura sem que exijam absurdos retornos financeiros, assim abrindo espaço para a cultura local.
Vale lembrar que não citei os atualmente mega festivais Abril Pro Rock, MADA, Do Sol, Goiânia Noise (que está desembarcando em SP) e outros que começaram miúdos, sem grandes pretensões e agora são referências nacionais.

JMauro Leandro Pimentel

Na Espinha Underground

novembro 15, 2008

Neste sábado, 15 de novembro, acontecerá em São Pedro da Aldeia mais um evento produzido pela produtora Na Espinha. O show será na Casa da Colina e começará às 19h.
Se você está pela Região do Lagos, essa é uma boa dica pro final de semana.

15-11-2008Serviço:
Na Espinha Underground
apresenta:
Projeto X
Priest of Death
Naíra
UNATURAL
Ágona
Cervical

Data: 15/11/2008
Horário: 19h
Local: Casa da Colina – Ao lado da Supermix (Fábrica de Cimentos) – Única casa no alto
Ingresso: R$ 5,00

Mais informações: www.fotolog.com/naespinha

PLANETA TERRA FESTIVAL

novembro 11, 2008

PLANETA TERRA FESTIVAL
(ou “Não tenho mais idade para certas coisas”)

(08/11/08 – Vila dos Galpões – São Paulo/SP)

Nada do que irei contar faria sentido se aos 43 minutos do segundo tempo, uma santa luz não aparecesse em meu departamento me oferecesse dois ingressos. Todas as possibilidades anteriores fracassaram: entrar como imprensa, concursos… Lógico que não tentei comprar, ainda mais porque não mais desfruto das maravilhas da meia-entrada.
Enfim. Lá estava eu. E a Joelma. Lembro-me que o último festival do porte que eu fui, foi no Hollywood Rock, quando eu ainda era daqueles adolescentes que enchem a cara e saem zoando. Ok, ok, nessa oportunidade ainda promovi a alegria dos adolescentes inconseqüentes com um strip tease no Estádio do Morumbi…
A produção do Planeta Terra adotou um local bem bacana, um espaço de galpões, que já abrigou indústrias. Na região há vários deles, pois muitas empresas fugiram dos impostos da capital.
Logo de cara, uma coisa me chamou a atenção: não haviam grupinhos de adolescentes inconseqüentes, emos, essas coisas… Só me dei conta quando me liguei que a entrada era só para maiores de 18 anos. Um pessoal simpático, sem aqueles histerismos que só um jovem é capaz de proporcionar.
Cheguei ao local às 19h10 e outra coisa diferente que eu não esperava: os shows estavam começando nos horários prometidos.
Como no palco (o tal do main stage) estava a pueril revelação do momento, Mallu Magalhães, que aliás não poderia estar ali por ser menor de idade. Resolvemos então conhecer a estrutura do local. Chegamos ao indie stage, onde já ia começar o show do Animal Collective. Após alguns probleminhas técnicos que causaram uma sonora vaia, começou o que a produção chamou de “um festival de várias experiências”. Enfim, entendi o slogan. Mas não o som da banda. Cheguei ao mesmo questionamento que faço às obras da Bienal: ou o artista abusa muito da criatividade, atingindo pontos elevadíssimos de imaginação, ou eu não entendo nada de arte. Não agüentei o fim da primeira música (ou não-música?). Foi a partir desse momento que comecei a gostar um pouco de Mallu Magalhães. Depois encontrei um amigo que ficou na expectativa de algo melhorar até a terceira música. Não teve sucesso.
Cheguei ao main stage e a Mallu cantava sua última música.
Os próximos a subirem no palco foram os veteranos do Jesus and Mary Chain, que até então eu não conhecia nada. Falo sério. Tá bom, eu conhecia a capa de Psychocandy. Nada mais. Um amigo de Aracaju disse que seria o show da vida dele. Entendi o porquê. A banda é boa mesmo. Agora tenho que cumprir a promessa de baixar a discografia deles. Mostraram com muita competência o motivo que os mantém por mais de duas décadas na estrada. As clássicas “Head On”, “Happy When It Rains” e “Just Like Honey” botaram o povo pra cantar.
bloc-party-planeta-terraNa seqüência, entrou mais uma banda famosa que eu conhecia quase nada (só umas quatro músicas que vi na MTV ou na época em que eu tinha saco para rádios-rock): The Offspring. Não sei, mas nunca curti o vocal moleque de Dexter Holland (que está a cara do Lenine!). Mas senti que a rapaziada curtiu muito e cantava todas as músicas, mesmo com o som horrível (dos equipamentos, não da banda!). Se bem que ouvi um pessoal old school comentando que eles não tocaram nada do primeiro e segundo disco. Coisa de velhos. Mas o certo é que foi o mais agitado da noite, com direito a bonés, blusas e camisetas voando ao som das três guitarras da banda californiana.
No intervalo do show aconteceu uma das coisas mais bizarras do festival: no telão aparecia a repórter da Terra TV nos bastidores do show e ela, esperando que o público fosse formado por fãs histéricos, achou que estava abalando mostrando o camarim vazio do Bloc Party e, sem ela perceber que os integrantes da banda estavam atrás dela! Ela chegou até a olhar pros caras, mas parecia que não reconheceu. Pior ainda ela batendo na porta do camarim do Kaiser Chiefs. Que tal exibir clipes da próxima vez?
Enfim, Bloc Party ao vivo! Depois do fiasco de tocar playback no VMB desse ano, a banda tinha obrigação de fazer um ótimo show. Fez um bom show. Com direito até a um pedido de desculpas do vocalista Kele Okereke sobre o episódio da MTV e se esforçou para dar o melhor dele para o público. Independente de qualquer coisa, essa é a melhor banda da atualidade na minha opinião. Muitos cantaram as músicas em coro, com destaque para “She’s hearing voices” e “Price of gas”.
Detalhe: a banda foi a única a agradecer em conjunto ao público.
ricky-wilson-kaiser-chiefs-planeta-terraMas a atração da noite estava para chegar: a chamada “banda queridinha inglesa”, o Kaiser Chiefs. Sinceramente não sabia que o público deles no Brasil era tão grande. Lembro que eu soube da banda depois de uma entrevista que vi o vocalista do Echo & the Bunnymen, Ian McCulloch, declarar que o KC era sua banda favorita. Imaginei que o público era mais restrito. Mas não é. Tanto que foi no show deles que vi a primeira exaltação de fãs.
Mas a banda no palco é uma energia só. A começar pelo vocalista Ricky Wilson, que logo na primeira música se atirou no público, que cantou todas as letras em uníssono.
Wilson ainda levou uma “colinha” com algumas expressões em português, inclusive “eli é um herói”, referindo-se ao tecladista Peanut, que foi operado na véspera do apêndice. Lógico que quase ninguém entendeu a referência.
Enfim, foi um show digno de fechar festival. Mas a banda pecou feio em não voltar para o bis e não cantar “Born to be a dancer”, que parte do público até arriscou o coro do “ô, ô, ô, ô, ô…”. Nem tudo é perfeito.
Enfim, um festival bem organizado, com bandas boas (pena que não consegui ver Breeders…). Cumpriu seu papel. Pena que quando eu era mais novo os festivais não eram assim… Pois teria pique para ver a tão falada Vanguart, que abriu o festival… Melhor deixar isso para quem tem mais pique: os menores de idade.

Por Márcio Sno

Discarga – Música pra Guerra

novembro 8, 2008

discarga1Discarga – Música pra Guerra
(Six Two Five, Läjä Rakord’s e Karasu Killer – 2008)

Quem conhece esse trio já sabe que música curta é a receita musical deles. Mas isso não significa poucas notas e pobreza sonora, ao contrário, a concisão sonora faz com que chegue aos nossos ouvidos, num curto espaço de tempo, canções recheadas de referências musicais (Lärm, Seein’ Red …), peso e acidez. É fastcore contestador e catártico, com a guitarra urgente e o baixo pontuando com peso e rapidez as letras politizadas.
Música pra Guerra é um daqueles álbuns pra se ouvir num só fôlego. O trio tira a venda dos olhos de quem não quer ver a realidade diária de um mundo deturpado e pobre culturalmente. As baquetadas de Nino parecem dizer: levante-se e faça algo, mas seja rápido porque não há tempo. É música pra guerrear, guerrear contra padrões e estilos, como diz a música “Somente mais um número”: ‘está na hora de acordar, não há tempo pra abstenção, temos urgência em nossas necessidades’.
São 17 músicas e mais 3 minutos e 8 segundos de bônus, ou seja, as seis músicas do split com Hzero coladas uma na outra.
Audição altamente recomendável!

Contatos:
www.myspace.com/discarga
discarga@bol.com.br

Por Deise Santos

Nuestro Sangre – Massacrados pela ganância… esmagados pela miséria

novembro 8, 2008

Nuestro Sangre – Massacrados pela ganância… esmagados pela miséria
(Contra Ponto e Necrose Música – 2008)

Hardcore cru e direto. A banda vem com energia pura e concentrada para bradar e protestar contra as injustiças sociais e o preconceito. A sonoridade da banda em muita lembra Ratos de Porão, inclusive o vocal. A bateria precisa e rápida garante o peso e a cadência necessários ao hardcore e é acompanhada com fúria pela guitarra e pelo baixo, que dão o tom para que Fábio consteste e proteste a nova e a velha ordem mundial em vocais agressivos, mas claros e audíveis. São 4 músicas que passam como um meteoro até que a última música do álbum, “Pay-per-view de Satã”, é interrompida pelo áudio de uma matéria televisiva sobre o hezzbolah. Num primeiro instante pode ser interessante ouvir a matéria, mas ter este bônus acoplado à última música, mesmo que os dois elementos tenham ligação direta, limitou o som. Imagine ter que dar stop ou ouvir essa matéria toda vez que for ouvir o álbum?
Vale a audição, porque a banda tem qualidade e identidade sonora.

Contatos:
nuestrosangre@gmail.com
www.myspace.com/nuestrosangre

Por Deise Santos