Archive for the ‘Agenda’ Category

Confronto, Repúdio e outras bandas do Sudeste no Programa de Rock!

dezembro 16, 2008

O Programa de Rock, comandado por Adelvan Kenobi e Fábio Snoozer, na Rádio da Aperipê-FM de Aracaju/SE, dessa sexta-feira às 20h (cidades sem horário de Verão) ou 21h (cidades com Horário de Verão) estará recheado de bandas do Sudeste brasileiro.
O incansável jornalista, agitador cultural e fotógrafo Michael Meneses foi passar uns tempos em Aracaju e levou na bagagem material de várias bandas do Rio de Janeiro e São Paulo.
E, nessa sexta-feira, o programa terá em sua programação:

-> Confronto (RJ) – Santuário das almas
-> CVOD (SP) – Não espere nada em troca
-> Iguanas (RJ) – 1997
-> Juventude Maldita (SP) – Vermelho e negro
-> Plastic Fire (RJ) – Há o amanhã
-> Repúdio (RJ) – Intro/Sergipano do olho amarelo

Para ouvir acesse: http://www.aperipe.se.gov.br/
clique em AO VIVO e depois em Aperipê FM 104,9.

Acesse a comunidade do Programa de Rock no orkut, clicando AQUI

Anúncios

Confronto em Jundiaí

dezembro 11, 2008

Neste domingo, 14/12,  a banda Confronto tocará em Jundiaí, no Mosh Pit Fest, ao lado de Revanche e Hellfun.

14-12-jundiai1

Mosh Pit Fest
CONFRONTO
Revanche
Hellfun
Data: 14/12/2008
Horário: 16h
Local: Rancho – Estrada terra Nova, 1100 – Terra Nova – Jundiaí/SP
Ingresso: R$10 (antecipado)*/ R$15 (na hora)
* Flag Shop Rua Senador Fonseca, 959/Sala 5 – Jundiaí

Panço lança livro no Rio de Janeiro

dezembro 8, 2008

O jornalista Leonardo Panço acaba de lançar o seu segundo livro “Caras dessa idade não lêem manuais”, no melhor estilo Faça-você-mesmo. O livro, uma mistura de contos e crônicas sobre suas viagens, mas com algo de ficção.
Para divulgar, Panço (boss da Tamborete Entertainment), colocou o pé na estrada e já passou por algumas capitais brasileiras lançando o livro em shows, festivais e festas.
Na terça-feira, os cariocas terão a oportunidade de participar de uma dessas tardes/noites de lançamento, com um show na Audio Rebel (Botafogo) da banda Voluntários da Pátria, projeto paralelo de Tico Santa Cruz, presença de diversos artistas, inclusive do autor.
Vale destacar que toda a renda do show será revertida para o autor pagar parte dos custos com a gráfica, já que o livro foi lançado de forma independente.

flyer-panco

Quer acompanhar a “turnê de lançamento” do livro?
Acesse: http://www.fotolog.com/leonardopanco

Full Fest – Programação Completa

dezembro 5, 2008

Festival em Itapira (SP), reunirá em dois dias e noites muita música, oficinas, debates, palestras, performances e interação. A proposta do evento é agregar e ousar, colocando num só espaço diferentes idéias, discussões e manifestações culturais.

No dia 13/12, sábado, tocarão a bandas: DER,  One blood, Vivenciar (RJ), Scorin the Game (BH), Condictio, Sweet Suburbia, Você tem que Desistir, Busscops, Indexterity e Positive Youth.

No domingo, 14/12, tocarão: Bandanos, Nunca Inverno (CWB/BNU/SP), Levante, Nossa Vingança, Blue Montain Side, Acid Rain, Alternative System, Alice D e  Julgamento.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Sábado 13 de dezembro

Das 14h às 20h: Bandas
Local:(Espaço Palco)

Das 14h às 20h: Exposições de fotografia/graffiti/tattoo
Local:(Espaço Corredor)

Tatuagem:
Por Tatuadores André Camargo, Madhava Zamberlan.

Fotografia:
Por Daigo Oliva e Mateus Rondini, exposição do fotozine Fudido e Xerocado.

Das 14h às 20h: Oficina de pedal para distorção por Ian Falabella.
Local:(Espaço tenda)

Debates:
Local:(Espaço Idéias)

Das 20h às 21h –  Troca de experiência sobre produção independente
e faça você mesmo.

(espaço restaurante)

Das 20h ao término dos filmes:
Ensolarado Byte: Documentário sobre o Mangue Beat, com a reflexão
sobre o uso de conceitos como “copyleft” e “licenças de uso abertas”.

Sinfonia Animal: Documentário sobre vegetarianismo-Sinfonia Animal.

Our Daily Breed: Controverso filme austríaco mostra as diversas faces
do sistema do produção de alimentos no mundo industrializado.

Zeitgeist Addendum – The Revolucion is Now: Uma análise do sistema
financeiro atual, descrevendo como os superbanqueiros regem o mundo.

Domingo 14 de dezembro

Debates:
Local:(Espaço Idéias)

Das 9h às 10h: Resistência Queer (por: Organizadores do Queer Fest)

Das 10h às 11h: Mídia e comunicação (por: Voluntários CMI –
Centro de Mídia Independente)

Das 12h às 13h: Ocupações e espaços autônomos (por: membros de
Centros Culturais independentes)

Das 13h às 14h: Locomoção humana – A bicicleta na cidade (por:
membros da Bicicletada).

Das 14 Hrs às 20 Hrs: Bandas

Das 14 Hrs às 20 Hrs: Exposições de fotografia/graffiti/tattoo

Das 14 Hrs às 20 Hrs: Oficina de técnico de áudio por Ian Falabella.

E mais:
Banquinhas de livros, cds, fanzines e material independente.
Apoio a UIPA de Itapira com uma parte da renda destinada à entidade.
Discotecagem de rock antigo (clássicos) durante a madrugada.

cartaz

Serviço:
Full Fest
Bandas + debates + filmes + exposições
Data: 13 e 14/12/2008
Local: Espaço Natureza – Itapira (Rodovia Vicinal Itapira-Mogi Guaçu, km 03)
Ingresso: R$35 (entrada e transporte incluso, os ônibus sairão do Metrô Bresser (Linha vermelha), às 10h, com tolerância até 11h30.

Para quem é de São Paulo (capital) Ingressos a venda na galeria do rock-1°Andar, Loja Flame N°222 Tel.3224 8916.

Corra e compre o seu, pois serão ingressos limitados.

Para quem vem de outros estados, favor consultar as bandas que estão montando vans/ônibus, pois só será cobrado o valor do transporte.
Ingressos na porta por 5 reais por dia.

Qualquer dúvida envie email para fullfest2008@gmail.com.

Mukeka di Rato no Rio de Janeiro

novembro 30, 2008

Os capixabas da banda Mukeka di Rato tocarão no Rio de Janeiro na próxima sexta-feira (05/12). O show, que é uma parceria da Audio Rebel com a A&R Produções, promete ser um encontro entre amigos no palco e fora dele.
Além dos capixabas, tocarão os petropolitanos da banda Itsari e os cariocas da Halé e da Kopos Sujus.

mukeka-copia

Serviço:
Audio Rebel e A&R Prod apresentam:
Mukeka di Rato
Itsari
Halé
Kopos Sujus
Data: 05/12/2008 (sexta-feira)
Local: Audio Rebel – Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo
Horário: 17h
Ingresso: R$12 (antecipado no local)/ R$15 (na hora)

Cólera apresenta Ópera do Chaos!

novembro 30, 2008

A banda de punk rock paulistana Cólera acaba de voltar de uma turnê de um mês pelo velho continente e fará sua primeira apresentação em São Paulo, no Hangar 110, dia 11/12 (quinta-feira). O show será uma oportunidade do público saber um pouco mais do que foi a turnê européia com bate-papo, fotos, posters, vídeos e imagens no telão a partir das 19:30 (a casa abrirá às 19h) e o show terminará às 23:40.
Ópera do Chaos, faixa inédita do próximo álbum da banda será tocada pela primeira vez ao vivo. Mas o restante do set-list será o público que ajudará a montar, entre na comunidade do orkut e escolha a música que você quer ouvir no show.
Além disso, a banda Deserdados fará o pré-lançamento do seu novo CD.

11-12-20081

Serviço:
Ópera do Chaos – Acorde pra Acordar
Cólera
Deserdados
A partir das 19:30 – Vídeos e exposições da tour no telão
Data: 11/12/2008
Horário: 19:00
Local: Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Metro Armênia
Ingressos: R$8 (antecipado)*/ R$10 (na porta)
* Loja 255 (Galeria do Rock) ou Pela internet: fusarecords@gmail.com

Informações: (11) 3229-7442 / 8288-0639

Realização: Estúdios Vermelhos e Fusa Records

Risadas, baratas e rock n’ roll

novembro 25, 2008

Por Márcio Sno


aprimera_batera1
Dá pra imaginar um cara que vive o rock publicar um livro para colorir? Não. “Para colorir” é o nome do livro. Mas não um livro comum. Um livro musical feito por um cara que respira música e é um ser comum como todos nós: sente friozinho na barriga quando encontra com uma pessoa que admira, tem medo de barata… Essas coisas. Mas Ricardo Cury possui algo que poucos normais têm: a sensibilidade para observar “situações pautáveis” e o talento para escrever bem. Tá, também tem um inteligente gosto musical, que podemos conhecer nas páginas desse livro – para cada texto tem pelo menos uma referência musical.

O livro com mais de 300 páginas foi lançado de forma totalmente independente e já vendeu muitas cópias (em relação a publicações independentes) que o autor distribui naquele velho esquema de zines: enviando pelo correio ou em lançamentos por todo o país.

Aumente o volume e confira um pouco do que o baiano tem.

Pode parecer banal a pergunta, mas por que o nome “Para colorir”?
Uma das coisas, talvez a principal, é que sempre recebi um retorno das pessoas que liam os textos no blog, comentando sobre a coisa do humor, que se divertiram lendo, deram risada… Disso vem o colorir. Algo como “Para se divertir”. Pra mim, risada tem a ver com cores. Outro fator também importante é o conceito gráfico do livro, todo em preto e branco, que, por sinal, foi também pensado dessa forma para baratear os custos, já que eu que banquei essa primeira edição. Se tivesse cor, seria muito mais caro.
E por fim, a contradição de usar no nome um termo que é atribuído aos livros infantis…

Você já distribuiu 75% da tiragem do livro. Qual o balanço que faz?

Estou bastante satisfeito com o que o livro fez. Fiz 1000 exemplares, vendi 590 e dei 200 pra divulgação. Isso tudo nesse ano de 2008, que foi o ano do seu lançamento. Ainda tenho uns 200 e pouco, que aos poucos vão saindo. Por semana vendo dois, às vezes três… Mas sempre vende. Outro balanço importante que faço é o da distribuição por empréstimo. Pessoas que emprestaram o livro pra algum amigo ou parente. Sempre recebo mensagens desse tipo, de gente que leu o do vizinho, da namorada… O que me faz perceber que o livro tá circulando por aí. Uma amiga minha disse que todo mundo que lê o exemplar dela tem que assinar. É a melhor forma de divulgação. Vale mais que 30 segundos no intervalo do Jornal Nacional.
Por fim, o balanço financeiro, onde o livro, apesar de ser em PB, custou caro, tem 320 páginas, papel pólen, e esse retorno financeiro nas vendas foi bastante significativo pra equilibrar os seus custos.

credito-angelo-monteiro1Não é muita ousadia lançar o seu primeiro livro sem o nome do livro e do autor na capa?
Talvez… Mas é uma das coisas do livro que olho hoje e não me arrependo. Primeiro que considero o desenho de Ricard, ilustrador do livro, fabuloso. Daí, não tinha porque eu colocar o meu nome ou algo em cima dele. E um livro não é um outdoor, onde as informações têm de estar perfeitamente visíveis. Livro é uma coisa pra você, na primeira vista, abrir, futucar, folhear, ler… E nesse tempo, todas as informações (o nome do autor, o nome do livro, do ilustrador, do revisor, do diagramador) vai ser achado facilmente. Outra coisa também é que já me exponho demais dentro do livro, nos textos, pois falo de acontecimentos reais, daí não precisava me expor fora dele, com meu nome gritando na capa.

O livro tem um formato que lembra um disco: textos soando como faixas e até um espaço no final do livro que lembra uma faixa escondida. A intenção era essa mesma de deixar com cara de disco?
Sim. A música é o que dá o tom do livro. O livro só existe por causa da música, da minha carreira de baterista, tentando ter uma banda de rock and roll que fizesse sucesso. Os rodapés são para as músicas citadas nos textos e seus autores, discos, ano de lançamento e capinha do disco. Fico feliz que você tenha tido essa impressão.

Nas situações descritas em seus textos você pensava “isso dá um bom texto” ou só percebeu isso depois?
Em alguns, sim e em outros, não. No texto do meu encontro com Caetano, por exemplo, é um que seria muito óbvio eu pensar que daria um bom texto, mas na hora isso não me passou pela cabeça. No dia seguinte ao fato, em Recife, na praia, eu estava sentado na areia quando comecei a pensar “e esse encontro com Caetano Veloso no avião… que loucura… e quando ele disse que gostava da brincando de deus (minha banda)… e quando ele falou que era fã do Pixies… e quando ele paquerou a aeromoça… porra, isso dá um texto”. Na mesma hora fui escrever.

Cada texto do livro traz uma ou mais referência de músicas. Tudo em sua vida tem uma trilha sonora?
Acredito que na de todos nós. Música é a arte mais difundida no mundo. Em todo o momento se está ouvindo música. No trabalho, no trânsito, em casa, no mar, nos bares…

Já pensou em lançar uma trilha sonora do livro?
Rapaz, um podcast seria uma ótima idéia… Curti.

festa_estranha

Quando você lançou o livro, afirmou que tocar estava fora de questão. Ainda mantém esse discurso? Até quando acha que vai resistir?
Yeah. Mantenho esse discurso com muito prazer. Sempre que alguém chama pra fazer um som, a resposta básica de um músico é aceitar. Depois que decidi parar de tocar, ainda assim, sem querer, aceitava fazer alguns shows com amigos, e sempre pensava “pra quê fui aceitar?”. Um dia, um amigo me chamou pra tocar num show com uma banda e tal e eu disse “não”. Ele me olhou surpreso, perguntou porque e eu repeti “não, não quero tocar”. Foi incrível a sensação. Depois desse dia me libertei de vez. Falo “não” na maior tranqüilidade e alegria.
Porém, até quando, não sei mesmo.

Você é um cara que toca, vai a estádios, lança livro e viaja o Brasil todo, sem ter retorno financeiro com isso. Como a Cris lida com isso?
Tenho meus trabalhos, inclusive todos na área de redação, que fazem a parte do retorno financeiro, e muitos destes trabalhos foram conseguidos a partir do livro, colocando ele como parte do meu curriculum vitae.
Cris, por ser engenheira, tem uma visão mais exata das coisas, e essa coisa de trabalho freelancer nunca foi nada exato, o que sempre a incomodou. Porém, com o tempo e a convivência, eu fui ficando mais exato e ela um pouco mais emocional… aí chegamos num equilíbrio que faz as coisas fluírem de forma tranqüila.

yestenho_bananaCom o seu livro, Leonardo Panço tomou coragem para lançar o “Caras dessa idade já não lêem manuais”. Como é isso para você? Houve mais situações do tipo?
O seu trabalho influenciar uma pessoa dessa forma é realmente um ponto de vista interessante pra achar que fez a coisa certa.
Houve algumas situações parecidas com a do Panço, sim, de gente que, a partir do meu, criou coragem pra fazer um livro também, principalmente quando perceberam que podiam fazer de forma independente, sem precisar de uma editora. Mas sempre recomendo: corra atrás pra divulgar e vender.

Qual história gostaria de ter colocado no livro que não entrou?
Existem algumas histórias que foram tiradas da edição final, assim como outras que foram colocadas… A vontade de mudar acontece o tempo todo, então não dá pra ficar pensando “aquela história poderia ter entrado”, pois, com certeza, mais tarde, acharia que era aquela outra quem deveria ter entrado… Acho que o livro tá beleza como tá. Talvez mudasse algumas coisas, mas ele é o que é e pronto. Uma hora tem de terminar o trabalho. Ou melhor, abandonar o trabalho.

No livro você conta histórias de seus encontros com algum de seus ídolos. Quem você ainda precisa encontrar para contar uma história?
Alguns poucos… McCartney, Ringo, Michael Stipe, Angeli, Ziraldo, Mauricio de Souza e Quino.

Como anda a sua fobia por baratas? “A Metamorfose” de Kafka é um livro de terror para você?
Rapaz, barata é foda. Um bicho daquele tamanho, que coloca pra correr diversas pessoas ao mesmo tempo, é, no mínimo, para ser respeitado. Entrando na questão acima, esse texto das baratas é um dos que às vezes eu penso que não deveria ter entrado… Mas depois mudo de idéia.
“A Metamorfose” causa um asco, mas não chega a ser terror. A história é mais intensa que o bicho. Um amigo meu disse que ia fazer um curta de um minuto, encenando “A Metamorfose”. Quando ele viraria barata, iria olhar pra câmera e dizer:

– Boa porra.

capa_do_livro_para_colorir_mail1

Lançamento de “Para Colorir” em São Paulo

Dia 29 de novembro, sábado, às 16h

Livraria Pop – http://www.livrariapop.com.br

Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 297, Pinheiros, São Paulo – SP

Contatos:
http://www.ricardocury.blogspot.com

cury78@terra.com.br

Créditos:

Foto por Angelo Monteiro

Ilustrações por Ricard

Leptospirose na estrada

novembro 24, 2008

O power trio Leptospirose está na estrada promovendo o lançamento do álbum Mula Poney. A banda de Bragança Paulista começou a fazer barulho em 2001 e já fez uma quase tour pela Europa que infelizmente foi suspensa por conta de um acidente com a van em que estavam com o pessoal da banda de música rock MERDA, o que rendeu o ótimo livro “Guitarra e Ossos Quebrados”, lançado pela Läjä.
Enfim, atuantes, ousados e com um som cru e direto, o power trio está por aí fazendo shows.
Confira as próximas datas:

25/11 – Esse Som é do Recife – Recife-PE
burburinho – recife antigo.

28/11 – Centro Cultural Dosol – Natal-RN
Leptospirose, Os Boonies e Mahatma Gangue
Ribeira . 22h . 5 reais
http://www.fotolog.com/osbonnies/17106584

29/11 – Estacionamento Dimensão – Maceió-AL
Leptospirose, Yun-Fat, Acalento, Cheiro de Calcinha, Morra Tentando e Abismo.
Estacionamento Dimenção . Antigo Cine Ideal
3h33 . 6 reais
http://www.fotolog.com/morratentando

30/11 – Rock Sandwich – Salvador-BA
Leptospirose, Hoje Você Morre e Yun Fat.
Rio Vermelho . 16h . 7 reais
http://www.fotolog.com/yunfat

07/12 – Jethro´s Bar – Bragança Pta.-SP
Leptospirose, Stomachal Corrosion, Rethalho, Morbid Faith e Vírus no Sistema.
Av. José Gomes da Rocha Leal, 1451
16h (em ponto) $7 antecipado e $10 na hora

13/12 – Bar do Zé – Campinas-SP
Leptospirose e Muzzarelas
Av. Albino JB Oliveira 1325
22h . 8 reais
http://www.fotolog.com/muzzarelas

Acompanhe as novidades em: http://www.fotolog.com/leptospirose

Agrotóxico – últimos shows do ano

novembro 20, 2008

A banda Agrotóxico fará em dezembro os dois últimos shows do ano. Em Sorocaba eles tocarão dia 05 de dezembro e no Hangar 110, eles tocarão dia 13 de dezembro. No show do Hangar110 será gravado o DVD da banda e, além deles tocarão as bandas Periferia S/A e Flicts.
Confira a agenda:
05-12-2008-agrocarrocao

05/12/2008 – Sexta-feira – Sorocaba/SP
AGROTÓXICO
RECUSA ARMADA (Itapetininga)
PSICULTURA (Votorantim)
PELIGRO (Sorocaba).
Horário: 22h
Local: Carroção Bar – Av. Paraguai – 604 – Barcelona
Entrada: R$6

13/12/2008 – Sábado – São Paulo/SP
AGROTÓXICO
PERIFERIA S/A
FLICTS
Horário: 19:30
Local: HANGAR 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro (Próx. metrô
Armênia/SP)
Ingressos: Ainda não estão à venda, fique atento ao site do Hangar110 e no myspace da Agrotóxico

Face to Face na América do Sul

novembro 20, 2008

facetoface
Finalmente a banda Face to Face pisará na América do Sul para uma tour tímida, são 6 shows no total, que passará por Buenos Aires, São Paulo, Santos, São Bernardo do Campo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
E o mais bacana é que os fãs dos californianos poderão acompanhar toda a turnê pelo hotsite criado exclusivamente para a passagem deles por aqui.
No hotsite é possível ouvir músicas, ver as datas, locais de venda e cartazes dos shows, ler a biografia da banda, acompanhar o diário da tour, conferir vídeos e fotos que serão postados durante a turnê.
A tour é uma realização de três produtoras: Hangar 110, Highlight Sounds e Zeroneutro.
Considerada histórica, a turnê já conta com fatos inéditos, as bandas Street Bulldogs (SP) e
Rivets (RJ) se reuniram somente para tocar ao lado do quarteto californiano.

Então não perca tempo.

Acesse o hotsite e fique por dentro da FACE TO FACE SOUTH AMERICAN TOUR Dezembro 2008!