Mukeka Di Rato + Bandanos + Inkógnitta + QFLV?

Mukeka di Rato, Bandanos, Inkógnitta e Que Fim Levou Valdir?
(Hangar 110/SP – 03/10/2008)

O mês de aniversário do Hangar110 só está começando e, depois da festa-show com Flicts na quarta-feira, a casa abriu suas portas na sexta-feira, dia 03 de outubro para o show das bandas Que Fim Levou Valdir?, Inkógnitta, Bandanos e Mukeka Di Rato. Infelizmente os dois primeiros shows não foram vistos por quem vos escreve… Mas os comentários garantem que foram bons shows, o que não dá pra duvidar, afinal são duas bandas que vêm chamando a atenção no cenário nacional.
Mal pisei no Hangar110 e os caras da Bandanos subiram ao palco para mostrar que realmente o crossover está de volta.
Brutalidade sonora acompanhada à altura pelo público incansável que abriu circle pits em quase todas as músicas, além de alguns se aventurarem para subir ao palco e dividir o microfone com o Cris. Entre as músicas “Azul, vermelho e branco”, “Indiferença”, “Only for good thrashers”, “Justiça das Ruas” (com participação do público), a nova “You dig your own grave” (que é a primeira música totalmente em inglês da banda) e Te amo Porra! que fechou o curto set por conta do show ter começado atrasado. Mas apesar de ter sido um show curto, o recado da banda foi dado e, quem ainda não havia conferido o quarteto ao vivo, pôde comprovar que o crossover voltou, com referências oitentistas e pitadas do século XXI.
Breve pausa para saída das bandanas e entrada dos capixabas da Mukeka di Rato, que já entrou em campo com jogo ganho. O público, aquecido pela bandas anteriores, aguardava ansioso por mais uma apresentação da banda. Não tem jeito. Está comprovado e reafirmado: ver um show dos capixabas é diversão garantida. Sandro, Mozine, Paulista e Brek têm a fórmula para fazer os jovens ficarem ensandecidos (será que é alguma mensagem subliminar no meio das músicas? Que seja). O fato é que, da primeira à última música, passando por Escolinha, Maconha, Deturpação Divina, Rinha de Magnata até Cachaça, o público participou e curtiu o hardcore feito por esse quarteto.
A diversão estava estampada na cara não só do público, mas também dos integrantes que, ao errar algumas notas, caíam na gargalhada e continuavam o show, já que o público não exigia qualidade aquela altura do campeonato. Então, pra que parar e esfriar o jogo?
Fim de noite na paulicéia desvairada, resultado de uma boa mistura de thrashers e hardcorianos. Que venham outros como este.

Por Deise Santos

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